Pacote de Posts sobre Programação 1

Posted On 3 junho, 2009

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Mini-Curso: Desenvolvimento Ágil com RubyOnRails

Posted On 17 abril, 2009

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darx

Nesse post estão arquivos que serão utilizados no Mini-Curso de Ruby On Rails:

Aulas 01 e 02

Aulas 03

  • Desenvolvimento Ágil com Rails – Apresentação de Slides Parte II

Acesse o novo novo Dominio com todas esses posts atualizados e novos e interessantes outros posts. acesse já www.redrails.com.br

Implemente sua simplicidade…

Posted On 11 setembro, 2008

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Olá Leitores, buscando algo sobre o problema da mochila, encontrei um artigo que me chamou atenção.

Clique aqui e descubra qualé a dessa estranha mosca.

Que motivos levam uma mosca a se posicionar exatamente na linha de tiro de um mictório na Holanda? Ela gosta do cheiro? Do lugar? Dos fenômenos que se precipitarão sobre ela?

Eis aqui mais um dos mistérios insondáveis da Natureza. Peço a você o obséquio ler o texto abaixo para que entenda o porquê deste estranho comportamento animal..

Mictórios inusitados – detalhe

Antes de entrar propriamente na questão da mosca, peço que aprecie este exemplar guilhotinha, que deve ser usado por sua própria conta e risco.

Visando a aprimorar a pontaria, mostre seu talento e não pare de marcar gols.

Este não é propriamente um mictório, mas há quem o aprecie deveras, em função do prazer que dizem proporcionar a uns e outros.

Neste caso, uma visão atraente e sugestiva certamente motiva o usuário a aproveitar bem todo o tempo que dedicará à micção.

Este outro traz os dizeres que traduzo: “Por favor tente e erre o chão”.

Eis aqui um mictório com conotações de política externa americana.

E agora um que é emoldurado com uma escultura de gosto duvidoso, mas sem dúvida bastante sugestiva. O único ponto preocupante é se o usuário se acostumar e, mais tarde, estando na situação real, decidir fazer na parceira o mesmo que faz no mictório.

E agora, guardei o melhor para o final — o lance da mosca. Vou traduzir os dizeres: “Em Amsterdam, o piso sob o mictório do aeroporto de Schipol passaria em qualquer inspeção, equiparando-se ao chão duma sala cirúrgica. Mas ninguém se apercebe disso. O que todos notam, no entanto, é que em cada mictório existe uma mosca.

Mas olhe com mais cuidado e a mosca se transforma na verdade no desenho do contorno escuro de uma mosca, aplicado na porcelana. Isto melhora a mira. Se um homem vê uma mosca, ele mira nela. Pesquisas em mictórios-com-mosca revelaram que tais desenhos reduzem os respingos externos em cerca de 80%. Além disso, dão ao usuário algo no que pensar. Eis aí um perfeito exemplo de controle de processo“.

Viu, uma solução pode vir de coisas mais triviais e simples, implemente sua simplicidade… use Ruby =)

Getna : Uma Abordagem geral sobre o processo de desenvolvimento.

Posted On 7 setembro, 2008

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Para a realização deste trabalho, a primeira medida a ser efetuada é a definição do escopo do gerador, ou seja, quais funcionalidades estarão realmente presentes. Para isso, serão analisadas algumas limitações existentes em várias linguagens, como processos repetitivos e cansativos, no desenvolvimento de uma aplicação, inclusive no próprio Rails.

Iniciaremos o processo de desenvolvimento do gerador pela seleção do tipo, existindo várias possibilidades, como criação de um conjunto de scripts independentes que, ao ser executado por um comando, efetuaria a geração. Uma segunda opção cabível é a criação de uma Gem, um módulo que adiciona novas funcionalidades ao coração do Ruby, sendo expansível a qualquer outro módulo, ou framework nele existente, conseqüentemente, disponíveis às aplicações Rails. Outra possibilidade é criar um plugin (módulo de caráter expansível à uma aplicação Rails) que acoplado ao um projeto do framework pode ser utilizado em conjunto com a aplicação. Dentre as opções apresentadas, escolheremos a opção mais apropriada verificando questões como facilidade de instalação na aplicação, utilização e desenvolvimento.

Como ferramenta de apoio à linguagem de programação usada para desenvolver o gerador de código, utilizaremos o Netbeans devido ao fato de que se possui uma certa experiência com essa IDE e também porque esta possui suporte total à linguagem e ao framework, tornando a programação mais simples e intuitiva.

Uma das tarefas mais importantes será encontrar uma forma de mapeamento do banco de dados, pois dependendo da forma, utilizando um plugin, comandos SQL ou um recurso do próprio Rails, isto vai influenciar diretamente na qualidade final gerador. O uso comandos SQL manuais podem deixar o processo de geração mais lento e mais pesado, se utilizarmos plugin perderíamos a portabilidade e simplicidade do gerador, pois haveria dependência direta de um agente externo, que necessitaria sempre ser instalado junto com o gerador e na pior da hipótese esse plugin pode ser descontinuado fazendo assim com que nossa ferramenta se tornasse legada em uma possível atualização do Rails.

A melhor saída seria utilizar componentes já disponibilizados pelo Ruby ou Pelo Rails, o ActiveRecord, um das Gems que compõem o framework e responsável pela manipulação da base de dados, pode ser a saída para realização dessa tarefa.

Foram feitos estudos em relação à geração de código em outras linguagens e no Rails, foi dado, então, inicio a produção do gerador, uma preocupação nessa etapa foi deixar o código gerado limpo, funcional e re-aproveitável, a resposta estava na utilização de padrões do próprio Rails. Com essa definição deve, então, ser iniciada a criação de templates, arquivos que contem toda a lógica dos códigos a serem gerados.
A estruturação do desenvolvimento do gerador pode ser organizada em cinco partes fundamentais, que serão descritas a seguir. Primeira parte é o gerador, encontrado como arquivo getna_generator.rb pode ser considerado o motor de geração, todas as requisições e tratamentos passar pela sua administração. A segunda é a obtenção e tratamento de dados, a classe Getna (inclusa no arquivo getna.rb, da pasta lib/), contendo todos os módulos Ruby necessários para a manipulação de dados, inclusive o módulo Base, que faz o mapeamento da base e cuida dos relacionamentos.

Na terceira parte encontramos os templates, arquivos modelos de cada arquivo que vai ser gerado, nessa parte que focamos a qualidade de código e a estruturação de cada arquivo. Os arquivos de testes para “cobrir” a aplicação contra erros se encontram na quarta parte de nossa aplicação.
A quinta e ultima parte leva os arquivos adicionais como licença, instalação, desinstalação, descrição e inicialização, arquivos necessários para criação de um projeto Rails, essa estrutura pode ser mais bem entendida na figura abaixo:


Estrutura do Gerador GEtna

Será feito um estudo sobre licenças de código livre para formalizar o gerador como um projeto oficialmente livre e disponível para toda a comunidade. A licença MIT (Massachusetts Institute of Technology), por exemplo, tem grandes chances de ser escolhida.

GEtna – Ep. 3: Mapeando Tabelas do Banco de Dados

Primeiro passo de nosso gerador Rails era buscar todas as tabelas do banco de dados e criar a estrutura inicial… outro problema após algumas horas vendo documentação… bingo! nada XD, Pedindo ajuda para nossa comunidade de sábios desenvolvedores do rails-br, obtive varias sugestões como: De Buscar Pelo Model de Abraão Coelho, Cássio Marques, infelizmente não serviu, pois ainda não tenho model algum, necessito cria-los. Renan Andrade teve uma otima ideia, já que até agora eu defini que o banco seria MySQL poderia fazer um simples:

mysql> show tables; <= mostra as tabelas;
mysql> describe suatabela; <= exibe sua tabela com as descrições do campo.

OK, Mas queria algo mais pratico, tinha certeza que o ActiveRecord poderia fazer isso, e não ia desistir de encontrar.

Estava tentando algo bem bobo como:

ActiveRecord::Base.column_names

Me deparei com o seguinte erro:

NoMethodError: undefined method `abstract_class?’ for Object:Class
from /var/lib/gems/1.8/gems/activerecord-2.1.0/lib/active_record/
base.rb:1915:in `class_of_active_record_descendant’
from /var/lib/gems/1.8/gems/activerecord-2.1.0/lib/active_record/
base.rb:1277:in `base_class’
from /var/lib/gems/1.8/gems/activerecord-2.1.0/lib/active_record/
base.rb:1012:in `reset_table_name’
from /var/lib/gems/1.8/gems/activerecord-2.1.0/lib/active_record/
base.rb:1008:in `table_name’
from /var/lib/gems/1.8/gems/activerecord-2.1.0/lib/active_record/
base.rb:1145:in `columns’
from /var/lib/gems/1.8/gems/activerecord-2.1.0/lib/active_record/
base.rb:1158:in `column_names’
from (irb):16

Ricardo S Yasuda e Davis Zanetti Me abriram os olhos quanto ao metodo que só funciona em uma instancia do ActiveRecord e não em uma Classe Abstrata, isso foi muito importante para a minha conclusão.

Ulisses de Albuquerque Deu uma dica boa sobre Adapters mas isso ainda não era claro pra mim, mas foi muito importante isso ai.

Juan Maiz então me endicou uma saída, utilizar o Sequel Uma solução perfeita para meus problemas, mas fiquei um pouco desanimado pensando que o ActiveRecord… o Poderoso ActiveRecord não tinha tal funcionalidade… e tambem que meu simples generator tenha que usar alguma dependência tão primitivamente para realizar uma pequena tarefa. Bom não desisti e fui feliz em minha busca e insistência.

@con = ActiveRecord::Base.connection
@table_names = @con.execute(‘show tables’)

Está ai, nossas tabelas 🙂 legal né, saí juntando as dicas do pessoal todo e bingo, saiu alguma coisa, bom com isso já posso começar…, mas como sou meio curioso e me animei com esse negocio e não custava nada dar uma adentrada a mais… olha o que descobri…

@con = ActiveRecord::Base.connection
@table_names = @con.tables

😀 Que legal, não era que o ActiveRecord Tinha mesmo o bendito Método… só um pouco de pesquisa e fica simples.

Agradeço a toda a Comunidade.

Abraços

Para ver todos os posts Sobre Getna clique aqui

GEtna – Ep. 2: Primeiros Passos

Posted On 6 agosto, 2008

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Iniciar meu Projeto… e agora por onde devo começar?

Primeiro a definição do projeto, ué é um gerador… então vamos criar um gerador. uma googlada básica e “Gerador em Rails“, bom nesse tutorial já me sanaram outra duvida, Plugin ou Gem como no tutorial ensina a fazer um plugin, advinha o que eu fiz?

Criamos o Projeto Rails

rails projetogetna

e fizemos exatamente o que está no tutorial, bom funcionou até um certo ponto o ultimo arquivo, deu pau lá nas migrates, mas acho que deve ser por causa da versão do Rails.

Comecei a “programar” depois de algumas horas tentando entender o funcionamento e brincando com Rails::Generator::NamedBase, como um bom iniciante vindo de uma metodologia totalmente diferente, tentei Debugar o codigo com o rubydebug-base fui até o bom e velho Grupo rails-br onde, dentre todas as comunidades que eu passei, encontro a galera mais prestativa dessas comunidades de Programação. onde Davis Zanetti, Diego Carrion,Tino Gomes e Cássio Marques Deram uma Força, e mandaram (Pra varias Escrever teste), bom eu ainda to meio engatinhando nessa parada de testes, mas pow, to no Rails. e estou começando uma longa jornada ate a dominação desse metodo.

Como ainda não sou Hábil com isso achei uma solução, no mínimo, “Gambiarral” fazer saidas do sistema tirei a ideia do post do Diego Carrion:

“Para não precissar debugar acho que o melhor é ter bons logs, ai caso
aconteça um erro, voce pega os dados do log e cria um novo teste :D”

A maneira que eu fiz foi gerar saidas do sistema com os conteúdos das variaveis usando o

$stdout.print

O Codigo fica um pouco feio XD, mas foi a minha saída:


$stdout.print ARGS
runtime_args.each { |i|  $stdout.print#{i}\n }

Bo isso funciona e garante alguns dias a mais sem Testes.

Para ver todos os posts Sobre Getna clique aqui

GEtna – Ep. 1: A ideia

Posted On 5 agosto, 2008

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Reta Final do meu Curso de Bacharelado em Ciência da Computação a Surgiu a pergunta… “e agora qual vai ser o tema de meu TCC?”. Após vários conflitos entre eu e meu parceiro de Monografia (Sim, Aqui se faz(ia) monografia em Dupla) finalmente consegui convence-lo de fazer algo em RubyOnRails, ele é meio Neofóbico queria por que queria fazer algo em PHP,

Minha proposta era fazer um projeto Open Source de um Gerador Rails que apartir de um Banco de dados gera-se toda a estrutura inicial de um Projeto Rails, algumas características que estarão presente no projeto:

Models – Com relacionamentos(Has_many,Has_many Throught, Belongs_to)

Controllers – Carregando informações sobre objetos relacionais

Views

Routes

Validations – cria-se validações para inteiros, flutuantes, tamanhos e de presença.

Migrates

Customização da aplicação através de layouts pré-definidos.

Tests – Criação de Testes unitários e funcionais básicos.

Suporte multi-Linguagem – pode-se gerar interface em diversas linguagens (PT-

Br,En,…)

Bom para muitos pode até não ser grande coisa, mas eu tenho apenas 3 meses de Rails, e só por ser Rails já ajuda na nota. Outro fator que me obrigou a não tentar algo mais complexo foi o caso da Monografia em Dupla, ontem acabaram com isso, então vou ter que me virar só em 4 meses pra implementa tudo fazer toda a parte escrita, ainda passar em todas as outras matérias restantes e sem esquecer que trabalho, ou seja não vai ser nada fácil.

Agora uma boa explicação para o nome GETNA, bom após algumas noites pensando não tive nenhuma idéia boa, quando, assistindo um documentário sobre vulcões o locutor disse “(…) saindo das entranhas da terra o vulcão Etna Gera um espetáculo incrível(…) ” aquele luzinha acende sobre minha cabeça, Gerar um espetáculo… isso que eu queria que meu plugin/gem (Ainda não decidi, tá mais para Plugin mesmo ) fizesse. Vamos então a formulação do nome:

Tentei algo de Mitologia:

Grega

Hefesto
HefestoDB
Enceladus

Mitilogia Sumérica
Nergal

Mitologia Babilônica
Angaraka

Mitologia Indiana
Pifoedus

Hawaiana
Buhul

Não gostei de nenhum, ai voltei ao inicio:
Etna
EtnaDB

Getna … Num sei porque, gostei desse! 🙂

Após Decidido o Nome Vamos a logo 🙂

Essa aqui é a primeira instância. Deve ocorrer algumas modificações futuras.

Getna Logo - Fundo TransparenteGetna Logo - Fundo Preto

Bom até agora foi isso que foi feito, desejem-me boa sorte!

Abraços!